Vendo ASTRA SEDAN GL 1.8 - ano 2.000/2.000 - completo - GNV - Tabela $20.600 por $17.500. Fone 12 81211850 - Joel.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Vendo ASTRA SEDAN 1.8 - ano 2.000 - GNV
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quarta-feira, 25 de março de 2009
Palestra - Como Estimular sua Vendas
Proferi ontem (24/03/09) na sede do SINCOVAT - Sindicato do Comercio Varejista de Taubaté a Palestra "COMO ESTIMULAR SUAS VENDAS'. Essa palestra faz parte do programa Venda Melhor, que é fruto de uma parceria do SENAC - SEBRAESP e FECOMERCIO.
A palestra está disponivel no: http://www.slideshare.net/share/blogspot/1195039
A palestra está disponivel no: http://www.slideshare.net/share/blogspot/1195039
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Cross merchandising para driblar a crise
Diante da crise global que envolve os grandes mercados e, mais ainda, com a preocupação e a insegurança gerada pelas previsões negativas sobre o consumo em todo o mundo, o setor supermercadista brasileiro precisa apostar na inovação para manter as vendas e o crescimento do setor. Neste cenário, o cross merchandising se configura como uma grande e atrativa alternativa do segmento. Trata-se de um investimento criativo para incentivar a compra não-planejada pelo shopper.O cross merchandising é definido como o sistema de exposição no qual o produto é exibido em um local diferente de seu ponto natural na gôndola. O alvo do cross merchandising inclui produtos considerados "acessórios", que geralmente não constam na lista básica de compras do consumidor e, por isso, não foram planejados. O principal objetivo do sistema é forçar a lembrança do consumidor por meio de uma exposição diferenciada que pode acontecer de três maneiras distintas.Uma delas, e a mais comum, é caracterizada por avanços de gôndola e cintas clip strip no próprio setor natural de exposição do produto. Neste cenário, as peças têm por objetivo destacar o produto em displays diferentes, que avancem na área normal de exposição, e garantem visibilidade ou mensagens que chamem a atenção do consumidor para o produto na gôndola. Frequentemente, esta exposição tem o poder de atrair o comprador para uma marca específica, que salta aos olhos diante de uma vasta gama de produtos da mesma categoria.Uma segunda opção de cross merchandising é a utilização de displays ou cintas clip strip para exposição de produtos complementares. Ou seja, expor produtos geralmente consumidos juntos, aproveitando um dos itens que sempre estão na lista básica de compras do shopper. Um dos grandes exemplos utilizados é o da maionese exposta ao lado da geladeira de refrigerados, como salsichas e hamburgueres, lembrando o consumidor de que ela é fundamental no sanduíche da família.Estes dois conceitos de exposição têm como objetivo gerar a compra por impulso, afinal, a atenção do consumidor foi tomada por uma peça diferenciada, com design e arte arrojados, justamente para evidenciar o produto e aumentar a expectativa de compra.A terceira grande oportunidade de cross merchandising, e a que gera maior impulsividade na compra, é a exposição do produto em local estratégico. O caixa, ou check out, é, sem dúvidas, o ponto alto do cross merchandising. Enquanto o shopper aguarda sua vez, em uma fila com quatro, cinco ou dez pessoas, há tempo suficiente para observar tudo o que está à sua volta. Neste meio tempo, uma gama de expositores com produtos variados, como chocolates, pilhas e revistas, entre outros, pode ser bastante atraente a quem aguarda o momento final das compras. O fácil acesso a estes produtos também aumenta o convite à compra não-planejada, dando a impressão de que aquele produto, lembrado no último momento, é na verdade indispensável.Este dispositivo estratégico de exposição, colocado próximo aos caixas, foi batizado pelo setor como "papa-fila" e tem tido ótima aceitação por parte dos consumidores. Outra vantagem desta configuração de exibição dos produtos está na conseqüência mais direta: com o aumento das vendas, ganham tanto a rede varejista quanto o anunciante.Atualmente, o papa-fila é uma peça implementada pelo anunciante, como um incentivo ao aumento das vendas de sua própria marca. Neste caso, uma peça bem decorada, chama ainda mais a atenção do consumidor.Porém, existem grandes redes de varejo que já perceberam no papa-fila uma grande oportunidade para geração de compra por impulso, de vários tipos de produtos e marcas. As promoções expostas nesta área da loja também soam muitas vezes como imperdíveis, já que são exibidas no último momento das compras, sem meios de comparação direta com os produtos da gôndola.Há ainda dois motivos especiais: os produtos de venda por impulso são os que garantem maior rentabilidade às lojas e, consequentemente, o cross merchandising pode incentivar a venda dos mesmos, principalmente àqueles que são os primeiros a serem descartados da lista de compras, ou seja, os mais afetados diretamente em momentos de crise. Invista neste conceito de material e avalie os melhores pontos do PDV para implementar o mesmo. Locais inteligentes trarão respostas mais rápidas, rentáveis e efetivas.
Christiany Zanotto Sena
Christiany Zanotto Sena
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E-commerce movimentou R$ 8,2 bi

Previsão de crescimento para este ano é de 25%, ou seja, um montante de R$ 10,2 bilhões
O ano de 2008 foi prodigioso para o comércio eletrônico brasileiro. Não só pelo expressivo crescimento do faturamento do setor, que bateu na casa dos R$ 8,2 bilhões - número 30% superior ao registrado no ano anterior - mas também porque a confiança do consumidor nas transações online demonstra que o segmento tem cada vez mais credibilidade. Outra prova disso é que o tíquete médio também cresceu e fecha o ano em R$ 325,00.
Atualmente, são mais de 13 milhões de pessoas comprando pela internet e os sinais para os próximos 12 meses são positivos, mesmo com uma possível desaceleração por conta do repasse da alta do dólar nos preços dos produtos importados. A previsão é de que o faturamento tenha uma alta de 25% e atinja R$ 10,2 bilhões em 2009.
Aliás, vale comentar que a crise de crédito que diversos setores enfrentam não afetou o comércio online até o momento. Tanto os resultados das empresas do varejo digital no terceiro trimestre, quanto pesquisas recentemente publicadas, demonstram que as vendas pela internet tornaram-se uma importante válvula de escape para manter o crescimento das empresas do mercado tradicional.
Em um presente onde o consumidor procura por preços mais em conta, melhores condições de pagamento e produtos com mais custo x benefício, é difícil encontrar soluções mais interessantes que a compra pela rede. Tanto que o resultado do natal de 2008 não poderia ser melhor: evolução de 15% no consumo digital contra um porcentual de 11% em 2007.
É preciso ressaltar também que mesmo com a previsão da entrada de 4 milhões de novos consumidores, o tíquete médio deverá se manter estável, já que produtos como informática, celulares e eletroeletrônicos, que colaboraram fortemente para a curva ascendente em 2006 e 2007, deverão sofrer com uma pequena retração nas vendas.
Outro movimento interessante que merece destaque é o fato dos preços dos produtos terem sofrido retração no último ano, o que pode ser confirmado na pesquisa do Instituto Provar, na qual produtos como celulares tiveram uma retração de 19,9% e os bens de informática recuaram 11,8%.
Diversos aspectos devem influenciar o crescimento do comércio eletrônico em 2009, mas reitero que alguns deles farão diferença: as promoções de frete grátis, o parcelamento sem juros e os preços mais competitivos em relação ao varejo tradicional. Por tudo isso, é certo o aumento na freqüência de uso do canal web por parte do consumidor.
Atualmente, são mais de 13 milhões de pessoas comprando pela internet e os sinais para os próximos 12 meses são positivos, mesmo com uma possível desaceleração por conta do repasse da alta do dólar nos preços dos produtos importados. A previsão é de que o faturamento tenha uma alta de 25% e atinja R$ 10,2 bilhões em 2009.
Aliás, vale comentar que a crise de crédito que diversos setores enfrentam não afetou o comércio online até o momento. Tanto os resultados das empresas do varejo digital no terceiro trimestre, quanto pesquisas recentemente publicadas, demonstram que as vendas pela internet tornaram-se uma importante válvula de escape para manter o crescimento das empresas do mercado tradicional.
Em um presente onde o consumidor procura por preços mais em conta, melhores condições de pagamento e produtos com mais custo x benefício, é difícil encontrar soluções mais interessantes que a compra pela rede. Tanto que o resultado do natal de 2008 não poderia ser melhor: evolução de 15% no consumo digital contra um porcentual de 11% em 2007.
É preciso ressaltar também que mesmo com a previsão da entrada de 4 milhões de novos consumidores, o tíquete médio deverá se manter estável, já que produtos como informática, celulares e eletroeletrônicos, que colaboraram fortemente para a curva ascendente em 2006 e 2007, deverão sofrer com uma pequena retração nas vendas.
Outro movimento interessante que merece destaque é o fato dos preços dos produtos terem sofrido retração no último ano, o que pode ser confirmado na pesquisa do Instituto Provar, na qual produtos como celulares tiveram uma retração de 19,9% e os bens de informática recuaram 11,8%.
Diversos aspectos devem influenciar o crescimento do comércio eletrônico em 2009, mas reitero que alguns deles farão diferença: as promoções de frete grátis, o parcelamento sem juros e os preços mais competitivos em relação ao varejo tradicional. Por tudo isso, é certo o aumento na freqüência de uso do canal web por parte do consumidor.
Fonte: hsmglobal
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Grandes marcas apostam em baixa renda

Empresas direcionam suas estratégias para públicos e desenvolvem produtos especiais para atingir classes C, D e E.
Grandes marcas apresentaram seus cases desenvolvidos para a baixa renda durante o segundo dia da segunda conferência Estratégias de negócios para o mercado de baixa renda, realizada pelo IQPC, de 16 a 18 de fevereiro, em São Paulo (SP).
A Coca-Cola mostrou como, no fim de 2004, retomou as garrafas retornáveis de vidro para colocar o produto à disposição deste público. "Esse produto voltou focado neste consumidor. A gente teve o cuidado de saber onde ele estava para poder disponibilizá-lo", disse Antonio Vitorino, gerente de desenvolvimento de canais da Coca-Cola Femsa.
O produto foi colocado à venda nos mercados de bairro, onde os consumidores de baixa renda costumam fazer suas compras. Por meio de pesquisas, a fabricante de refrigerantes viu que Coca-Cola é tido como um produto de "luxo" por essa classe econômica. "Coca-Cola serve para ele receber uma visita em casa, quando quer ser agradável", explicou Vitorino.
A TIM também percebeu a oportunidade e entrou na telefonia fixa para explorar esse mercado que está insatisfeito com as opções disponíveis. "Com pesquisa identificamos que os atributos mais importantes para o consumidor são melhor atendimento e simplicidade no produto", explicou Luciana Marques, gerente de pesquisa e inteligência competitiva da TIM.
Na última terça-feira (17/2), o evento ainda contou com palestras de Marcelo Coutinho, do Ibope Inteligência, Mario Narita, da Narita Design, e de Emerson Duran, da Redecard.
A Coca-Cola mostrou como, no fim de 2004, retomou as garrafas retornáveis de vidro para colocar o produto à disposição deste público. "Esse produto voltou focado neste consumidor. A gente teve o cuidado de saber onde ele estava para poder disponibilizá-lo", disse Antonio Vitorino, gerente de desenvolvimento de canais da Coca-Cola Femsa.
O produto foi colocado à venda nos mercados de bairro, onde os consumidores de baixa renda costumam fazer suas compras. Por meio de pesquisas, a fabricante de refrigerantes viu que Coca-Cola é tido como um produto de "luxo" por essa classe econômica. "Coca-Cola serve para ele receber uma visita em casa, quando quer ser agradável", explicou Vitorino.
A TIM também percebeu a oportunidade e entrou na telefonia fixa para explorar esse mercado que está insatisfeito com as opções disponíveis. "Com pesquisa identificamos que os atributos mais importantes para o consumidor são melhor atendimento e simplicidade no produto", explicou Luciana Marques, gerente de pesquisa e inteligência competitiva da TIM.
Na última terça-feira (17/2), o evento ainda contou com palestras de Marcelo Coutinho, do Ibope Inteligência, Mario Narita, da Narita Design, e de Emerson Duran, da Redecard.
Fonte: hsmglobal
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